RENATO ALVES TAVARES SILVA UnB

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RENATO ALVES TAVARES SILVA,IMPACTO DE FATORES DECISIVOS NA ESTRUTURA DE. CAPITAL DAS EMPRESAS DA BOLSA DE VALORES,MERCADORIAS E FUTUROS BM FBOVESPA. Monografia apresentada ao Departamento de,Administra o como requisito parcial. obten o do t tulo de Bacharel em,Administra o,Professor Orientador Jos Carneiro da Cunha. Oliveira Neto,Bras lia DF,Tavares Renato Alves Silva.
Impacto de fatores decisivos na estrutura de capital das empresas da Bolsa. de Valores Mercadorias e Futuros BM FBOVESPA Renato Alves Tavares. Silva Bras lia 2011, Monografia bacharelado Universidade de Bras lia Departamento de. Administra o 2011, Orientador Prof Dr Jos Carneiro da Cunha Oliveira Neto Departamento. de Administra o, 1 Estrutura de capital 2 Endividamento 3 Teoria do Trade off 4 Teoria. do Pecking Order 5 BM FBOVESPA I T tulo,RENATO ALVES TAVARES SILVA. IMPACTO DE FATORES DECISIVOS NA ESTRUTURA DE,CAPITAL DAS EMPRESAS DA BOLSA DE VALORES.
MERCADORIAS E FUTUROS BM FBOVESPA, A Comiss o Examinadora abaixo identificada aprova o Trabalho de Conclus o. do Curso de Administra o da Universidade de Bras lia do a aluno a. Renato Alves Tavares Silva,Dr Jos Carneiro da Cunha Oliveira Neto. Professor Orientador,Dr Andr Luiz Marques Serrano,Professor Examinador. Bras lia 05 de julho de 2011,Dedico esta obra fam lia e meus amigos que. sempre me apoiaram nos meus estudos e a minha,filha Isabela que nasceu no decorrer desta.
AGRADECIMENTOS,Agrade o muito a Deus por ter me dado for as pra. chegar aonde cheguei Aos meus pais que me,deram todo o conforto e estudo para que eu. pudesse crescer na vida Agrade o ao meu,orientador Jos Carneiro que me ajudou no. decorrer desta pesquisa me dando apoio E por,ltimo minha filha que me motivou mais ainda. para que eu pudesse fazer uma pesquisa de, O mundo competitivo atual exige das empresas o maior rendimento poss vel para que as.
mesmas permane am no mercado O modo como as empresas escolhem sua estrutura de. capital essencial para este feito Estrutura de capital a propor o entre capital de terceiros e. capital pr prio da organiza o no financiamento de suas atividades Com isso o. endividamento fica sendo pe a chave para essa escolha tima na estrutura do capital Al m. disso uma nova companhia criada em 2008 chamada de Bolsa de Valores Mercadorias e. Futuros BM FBOVESPA muda o cen rio das empresas de capital aberto no pa s O cen rio. tribut rio brasileiro tamb m fundamental para que as empresas escolham de forma correta. sua estrutura de capital pois o sistema tribut rio brasileiro possui suas particularidades se. diferenciando dos outros pa ses Desenvolveu se uma pesquisa quantitativa e a t cnica. empregada foi a regress o linear do tipo m ltipla e o m todo dos m nimos quadrados. ordin rios MQO com suporte dos softwares Econom tica e Excel Os resultados mostram. que existem fortes ind cios para aceita o da Teoria do Pecking Order em detrimento da. Teoria do Trade off Conclui se que a rentabilidade crescimento de vendas e risco s o. decisivas na escolha da estrutura de capital das organiza es que comp em a. BM FBOVESPA, Palavras chave 1 Estrutura de capital 2 Endividamento 3 Teoria do Trade off 4 Teoria do. Pecking Order 5 BM FBOVESPA,LISTA DE ILUSTRA ES, Quadro 1 Fonte de recursos para financiamento empresarial 11. Quadro 2 Resumo das pesquisas emp ricas 32,Quadro 3 Resumo das vari veis 36. Quadro 4 Rela o esperada entre as vari veis com as teorias 37. Gr fico 1 Teste Jarque Bera 40,Gr fico 2 Estat stica de Durbin Watson 41. LISTA DE TABELAS,Tabela 1 An lise de vari ncia ANOVA 39.
Tabela 2 T calculado 40, Tabela 3 Correla o entre as vari veis explicativas 42. Tabela 4 Matriz Newey west 42,1 INTRODU O 11,1 1 Formula o do problema 12. 1 2 Objetivo Geral 13,1 3 Objetivos Espec ficos 13. 1 4 Justificativa 13,2 REFERENCIAL TE RICO 15,2 1 Os estudos de Modigliani e Miller 16. 2 2 Evolu o dos estudos acerca da estrutura de capital 18. 2 3 Teorias da estrutura de capital 20,2 3 1 Teoria do Pecking Order 21.
2 3 2 Teoria do Trade off 22,2 3 3 Teoria dos custos de ag ncia 23. 2 3 4 Teoria dos fatores organizacionais 24,2 3 5 Teoria do controle corporativo 25. 2 4 A tributa o brasileira e o benef cio fiscal 26. 2 5 Endividamento 29,3 M TODOS E T CNICAS DE PESQUISA 33. 3 1 Tipo e descri o geral de pesquisa 33,3 2 Caracteriza o da organiza o setor ou rea 34. 3 3 Popula o e amostra 35,3 4 Caracteriza o dos instrumentos de pesquisa 35.
3 5 Procedimentos de coleta e de an lise de dados 38. 4 RESULTADOS E DISCUSS O 39,5 CONCLUS ES E RECOMENDA ES 45. REFER NCIAS 46,AP NDICES 49,1 INTRODU O, A maneira como as empresas escolhem a estrutura do seu capital algo muito. complexo onde h v rias diverg ncias entre os autores Al m dos autores h tamb m. diverg ncias regionais pois a pol tica do pa s interfere consideravelmente na estrutura de. capital das organiza es de como o governo age sobre as empresas principalmente no que. se trata da cobran a de impostos e nos benef cios que s o proporcionados. A estrutura de capital mostra os ativos e passivos da organiza o O ativo se refere. ao capital pr prio e o passivo se refere ao capital de terceiros Capital pr prio como o. nome j diz aquilo que saiu do bolso dos donos das empresas dos acionistas J o capital. de terceiros aquilo que a empresa pede emprestado uma obriga o a ser paga A. propor o de cada um na empresa o grande desafio dos autores que abordam sobre esse. Lucros retidos,Rotatividade dos cr ditos ativos maiores do que a. Internas dos passivos,Prote o fiscal,Deb ntures,FONTES Commercial paper. Empr stimos banc rios,Recursos de terceiros Cr dito subsidiado.
Externas Capital estrangeiro,empr stimos,Fornecedores. Recursos pr prios Capital acion rio,capital social. Quadro 1 Fonte de recursos para financiamento empresarial. FONTE CAVALCANTI MISUMI 2002 P 148, vis vel que a empresa possui v rias maneiras de se financiar Mas porque os. propriet rios decidem se endividar sendo que possuem dinheiro O custo do capital pr prio. da empresa porcentagem que o acionista espera maior que o custo de capital de. terceiros porcentagem dos juros pagos e o governo brasileiro concede benef cios fiscais. s empresas que utilizam empr stimos Mas esse valor possui um limite ultrapassando esse. valor a empresa come a a obter malef cios, Mas que empresas s o essas Estudam se as empresas que comp em a Bolsa de. Valores Mercadorias e Futuros BM FBOVESPA Mas o estudo se limita em estudar. apenas as empresas que possuem a es ordin rias Segundo Ross Westerfield e Jaffe. 1995 a es ordin rias s o t tulos que pertencem aos propriet rios residuais que s o os. acionistas da empresa E neste Mercado todos possuem direito a voto e possuem melhoria. na qualidade das informa es melhorando assim a governan a corporativa das. organiza es,1 1 Formula o do problema, No meio acad mico a busca pelas respostas acerca da estrutura de capital ideal.
ainda complexa Muitos fatores s o relevantes na tomada de decis o e a tributa o. brasileira fundamental nessa escolha, Al m disso a BM FBOVESPA pouco conhecida pelas pessoas at pelo fato de. ser recente e possuir suas peculiaridades Portanto procurou se responder a seguinte. pergunta de pesquisa Quais fatores s o determinantes na estrutura de capital das empresas. que comp em a BM FBOVESPA,1 2 Objetivo Geral, Esta pesquisa objetiva identificar fatores que s o determinantes aos tomadores de. decis o na op o pela estrutura de capital das organiza es que pertencem. BM FBOVESPA no ano de 2010,1 3 Objetivos Espec ficos. Foi necess rios estabelecer alguns objetivos espec ficos que servem de. embasamento ao objetivo geral que s o, Investigar os estudos emp ricos e suas diverg ncias acerca da estrutura de capital. Observar os resultados analisados com os do referencial te rico no que diz. respeito ao endividamento e escolha da estrutura de capital. Avaliar se a Teoria do Trade off e a Teoria do Pecking Order explicam os. determinantes do endividamento das empresas que comp em a BM FBOVESPA. 1 4 Justificativa, Mesmo possuindo autores consagrados no mundo das finan as o estudo acerca da.
escolha da estrutura de capital um tema muito complexo e requer cada vez mais pesquisa. No in cio algumas teorias foram levantadas sobre o assunto mas com o decorrer do tempo. esses estudos foram se aperfei oando at chegamos atualidade com as teorias mais. Nos dias de hoje as empresas est o inseridas em um mundo de competitividade em. que mais que necess rio sair na frente de seus concorrentes para obter fatia de mercado. A inova o e outros fatores s o ess ncias para tal feito E a escolha da estrutura de capital. afetada por esse mundo de buscas e conquistas de mercado As organiza es necessitam se. adaptar ao novo mundo caso contrario est o fora desse jogo de competitividade. Cada pa s possui a sua pol tica sua forma de agir sobre os cidad os E a pol tica. brasileira no que diz respeito a sua forma de tributar as empresas tem suas semelhan as. com as demais na es mas tamb m possui suas peculiaridades A forma de cobrar seus. impostos de fornecer os benef cios tem suas particularidades. Al m disso esta pesquisa possui grande valia pois auxilia tanto acionistas como. gestores a fazerem a melhor escolha da estrutura de capital de suas empresas Contribui no. entendimento do crescimento do mercado de a es brasileiro na forma como s o cobrados. os tributos e como s o cedidos os benef cios a fim de se criar ao m ximo valor a. organiza o Dessa forma os gestores ter o uma maior vis o de como ampliar valor e os. acionistas saberem onde est o investindo de forma mais clara. 2 REFERENCIAL TE RICO, Explica um problema a partir de referenciais te ricos publicados em documentos. Pode ser realizada independentemente ou como parte da pesquisa descritiva ou. experimental Ambos os casos buscam conhecer e analisar as contribui es. culturais ou cient ficas do passado existentes sobre um determinado assunto ou. tema CERVO BERVIAN 1983 p 55, Com o prop sito de trazer a revis o da teoria acerca dos fatores determinantes na. estrutura de capital da BM FBOVESPA esse cap tulo est composto da seguinte forma. Primeiro apresentado o estudo de Modigliani e Miller 1958 o qual foram uns dos. pioneiros acerca do assunto no que diz respeito da escolha da estrutura de capital Logo a. seguir abordada a evolu o dos estudos com as teorias que foram feitas sobre o assunto. Em terceiro abordado as caracter sticas da tributa o brasileira no que diz respeito. principalmente cobran a de impostos sobre as empresas e os benef cios fiscais gerados. pela pol tica tribut ria nacional, O endividamento e as diversas formas de se pegar dinheiro emprestado e as. consequ ncias sobre o uso deste tipo de capital caracterizado como de terceiros ser. abordado logo a seguir da tributa o brasileira E finalmente as caracter sticas da. BM FBOVESPA suas peculiaridades no mercado de a es do Brasil e o seu crescimento. Como j foi dito a estrutura de capital possui capital pr prio e capital de terceiros. este ltimo podendo ser financiado de v rias maneiras O primeiro podendo ser chamado. de acionistas e o segundo de credores cada um possuindo um risco diferenciado O. conjunto destes dois capitais comp e o custo de capital da empresa que pode ser definida. como o misto de financiamentos a longo prazo da empresa BREALEY MYERS. MARCUS 2002 p 426, A publica o de Modigliani e Miller 1958 a qual analisa que a forma como a. estrutura de capital das empresas escolhida do capital pr prio e de terceiros. Renato Alves Tavares Silva Dr Jos Carneiro da Cunha Oliveira Neto Professor Orientador Dr Andr Luiz Marques Serrano Professor Examinador Bras lia 05 de julho de 2011 Dedico esta obra fam lia e meus amigos que sempre me apoiaram nos meus estudos e a minha filha Isabela que nasceu no decorrer desta pesquisa AGRADECIMENTOS Agrade o muito a Deus por ter me dado for as pra

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