ORIENTA ES DID TICAS AGOSTO A 2013 P

Orienta Es Did Ticas Agosto A 2013 P-Free PDF

  • Date:10 Jan 2021
  • Views:0
  • Downloads:0
  • Pages:98
  • Size:1.49 MB

Share Pdf : Orienta Es Did Ticas Agosto A 2013 P

Download and Preview : Orienta Es Did Ticas Agosto A 2013 P


Report CopyRight/DMCA Form For : Orienta Es Did Ticas Agosto A 2013 P


Transcription:

ORIENTA ES DID TICAS FUNDAMENTAIS SOBRE,AS EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM DE L NGUA. PORTUGUESA,Antes as inten es 3,Algumas perguntas fundamentais 5. O que representam as Expectativas de Aprendizagem para a Pr tica Educativa 5. Para qu definir Expectativas de Aprendizagem 5, De que maneira as Expectativas de Aprendizagem devem se atualizar na sala de aula 7. Que Crit rios foram adotados na defini o das Expectativas 8. Crit rios de Sele o dos Conte dos 8,Crit rios de Progress o dos Conte dos 10. As Expectativas de Linguagem Oral na sala de aula 23. A Especificidade de Alguns Conte dos na defini o das expectativas 26. A Identifica o do Valor Sonoro das Letras no Processo de Compreens o do Sistema de. Escrita alguns esclarecimentos fundamentais 26,O Trabalho com a Linguagem Oral 35.
O Conte do das Rodas de Leitores Aprecia o Est tica de Materiais de Leitura 38. Reescrita e Produ o de Autoria que articula o est colocada entre essas atividades 42. As Opera es de Produ o de Textos 42, Modalidades Did ticas Fundamentais de Produ o de Textos e Organiza o do. Trabalho Pedag gico 49, A Organiza o Did tica do Trabalho de Produ o de Textos 54. Variedade Lingu stica e Registro 72,A Coes o e a Coer ncia dos Textos 78. Primeiro a Coer ncia Textual 78,Agora a Coes o Textual 84. Coes o e Coer ncia Textuais nas Expectativas de Aprendizagem 92. Lembrete Final 94,Refer ncias Bibliogr ficas 95,ORIENTA ES DID TICAS.
FUNDAMENTAIS SOBRE AS,EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM. Elabora o K tia Lomba Br kling1, Participa o colaborativa Formadoras do Programa Ler e Escrever e Equipe CEFAI. Supervis o Pedag gica Telma Weisz, Lo que se considera como cultura escrita y la forma en que aprenden a leer. los ni os son dos aspectos que se encuentran en el origen de la desigualdad en. nuestra sociedad MEEK 2004 p 50,ANTES AS INTEN ES, A inten o deste documento criar um espa o de reflex o a respeito dos aspectos que. precisam ser considerados ao se tomar as expectativas definidas como um par metro. orientador das aprendizagens pretendidas para os alunos Nesse sentido ser o discutidos. neste documento aspectos como, a O que representam as expectativas de ensino para a pr tica educativa.
b Para que definir expectativas de aprendizagem, c De que maneira as expectativas devem se atualizar na sala de aula. d Que crit rios foram adotados na defini o das expectativas. e O que preciso para realizar a progress o de determinados conte dos como o. estabelecimento de coes o dos textos ou a participa o de rodas de leitores que implica. na an lise e aprecia o de diferentes materiais de leitura. Esperamos que respostas a quest es como estas possam contribuir para uma maior. compreens o tanto do que representam efetivamente as expectativas de aprendizagem no. processo de ensino quanto do lugar que devem ocupar na a o educativa contribuindo. Consultora de L ngua Portuguesa da CEFAI da SEE de SP e Supervisora de L ngua Portuguesa do Programa Ler e. para que n o sejam vistas como mero recurso auxiliar do processo de ensino do qual se. lan a m o nos momentos finais do processo avaliativo. Ao contr rio esperamos que al m de definirem as aprendizagens pretendidas pelo aluno. sejam colocadas como orientador efetivo do processo de ensino da a o do professor na. sala de aula,ALGUMAS PERGUNTAS FUNDAMENTAIS, O QUE REPRESENTAM AS E XPECTATIVAS DE A PRENDIZAGEM PARA A P R TICA. E DUCATIVA, As expectativas definem as inten es b sicas de aprendizagem de um determinado processo. de ensino para um determinado per odo de tempo Dito de outro modo as expectativas. definem a profici ncia m nima que se pretende que seja constitu da pelo aluno ao final de. um processo de ensino espec fico o qual pode ser determinado por diferentes per odos de. tempo m s semestre ano segmento de ensino por exemplo No caso das expectativas em. foco o per odo corresponde a cada ano escolar dos anos iniciais do Ensino Fundamental. As expectativas definem portanto a profici ncia b sica e fundamental que se pretende. que o aluno construa no per odo determinado e n o o m ximo poss vel a ser conseguido. Em contrapartida ao definirem o que se espera que o aluno aprenda as expectativas. determinam necessidades de ensino,P ARA QU DEFINIR E XPECTATIVAS DE A PRENDIZAGEM. Definir expectativas de aprendizagem muito mais do que uma atividade meramente. institucional seja do Minist rio de Educa o seja da Secretaria de Estadual ou da Escola. deve ser compreendido como procedimento fundamental para orientar o processo de. ensino dotando lhe de objetividade clareza e progress o coerentes tanto com as. concep es assumidas para orientador o trabalho educativo em especial as relativas. aprendizagem e ao objeto de ensino quanto com as implica es did ticas das mesmas. Dito de outra forma podemos afirmar que definir o que se pretende que o aluno aprenda. est relacionado intrinsecamente com todas as concep es que orientam o trabalho. educativo cotidiano em cada sala de aula,Por exemplo no processo de ensino precisamos.
a saber de que modo o aprendizado acontece pois s tendo clareza disso podemos. definir um movimento metodol gico adequado ao trabalho docente e selecionar o modo. de realiza o das tarefas mais adequado s necessidades atuais do aluno se. coletivamente com media o do professor se em parceria com colegas se de maneira. independente sempre de acordo com as apropria es realizadas pelo aluno ao longo do. processo de ensino, b conhecer o objeto de ensino em foco suas caracter sticas suas nuances para que seja. poss vel adequar as atividades did ticas s possibilidades de aprendizagem dos alunos. em cada momento do processo de aprendizado, Por exemplo se sabemos que compreender o sistema de escrita pode acontecer de. maneira concomitante compreens o de conhecimentos relativos organiza o e. produ o textual podemos organizar o trabalho de sala de aula realizando atividades de. produ o coletiva de textos mediadas pelo professor e tendo o como escriba2 Nestas. o foco ser o os conhecimentos relativos s especificidades do texto em si sobre o. l xico mais adequado a um contexto liter rio por exemplo sobre a sequencia o dos. enunciados tomando como refer ncia as caracter sticas de organiza o interna do. g nero ordem temporal se for um relato de experi ncia vivida um di rio de viagem. sobre os procedimentos de planejar o texto redigi lo revis lo entre outros aspectos. Os conhecimentos relativos ao sistema de escrita ser o trabalhados paralelamente em. outras atividades que sejam mais adequadas para que o aluno os tome como objeto de. estudo Assim n o preciso esperar que o aluno compreenda o sistema de escrita para. depois compreender o processo de textualiza o ou seja n o preciso esperar que o. aluno saiba grafar para propor que produza textos, c identificar quais s o os conte dos3 que precisam ser ensinados qual a sua natureza. para que seja poss vel prever atividades de ensino que permitam ao professor trabalh. los junto aos alunos e a estes aprend los preciso por exemplo considerar que os. alunos precisam aprender tanto sobre a natureza do sistema de escrita e da linguagem. escrita conte do conceitual quanto sobre como planejar textualizar revisar um texto. procedimentos de escritor ou ainda sobre como conversar com outros escritores a. respeito de material em produ o por ele pr prio ou produzido por outros escritores. comportamento escritor e utilizar as sugest es e coment rios dos colegas para rever. ou n o o seu texto, Se no processo de ensino esses aspectos todos s o fundamentais ent o s o eles que devem. tamb m orientar a defini o das expectativas de aprendizagem Assim sendo essa defini o. levou em considera o a necessidade de, a tomar como refer ncia a compet ncia que se pretende que o aluno tenha ao final de um.
per odo m s semestre ano segmento definindo a e caracterizando a o que implica. em remeter se aos objetivos de ensino definidos no plano educativo. b selecionar conte dos considerados importantes para a constitui o dessa profici ncia. neste caso as profici ncias leitora e escritora o que significa conhecer o objeto de. ensino sua natureza e especificidades, Atualmente alguns autores est o utilizando a palavra escrevente ao inv s de escriba Em ambos os casos o. sentido que o professor registre grafando o texto ditado pelos alunos. A respeito dos conte dos de ensino de L ngua Portuguesa consultar BATISTA Antonio Augusto Gomes. Alfabetiza o leitura e ensino de Portugu s desafios e perspectivas curriculares Publicado na Revista. Contempor nea de Educa o Vol 6 No 12 pp 09 35 Rio de Janeiro Faculdade de Educa o da UFRJ. agosto dezembro de 2011 Dispon vel no seguinte endere o. http www revistacontemporanea fe ufrj br index php contemporanea article view 140. c considerar o que o aluno pode aprender e de que maneira em cada momento do. processo de aprendizado de modo a atingir a compet ncia definida o que implica. identificar o que j foi apropriado pelo aluno e o que falta aprender considerar a. especificidade do conte do e as possibilidades de aprendizado em cada momento. reconhecer qual o modo de organiza o da tarefa mais adequado para o aprendizado. em cada momento do processo, Cada um desses aspectos foi considerado no trabalho de defini o das expectativas de. aprendizagem em separado e de maneira articulada o que possibilitou a organiza o de. uma progress o indispens vel no processo de ensino. Conforme j dissemos ao definirmos expectativas de aprendizagem determinamos tamb m. o que preciso ensinar a todos os alunos Ou seja ao orientarem o processo de ensino as. expectativas tamb m procuram garantir que todos os alunos tenham oportunidade de. aprender as mesmas coisas ainda que cada um v aprender de acordo com suas. possibilidades pessoais e de acordo com seu repert rio anteriormente constitu do. Nesse sentido podemos mesmo dizer que a defini o de expectativas um instrumento que. democratiza o aprendizado, DE QUE MANEIRA A S E XPECTATIVAS DE A PRENDIZAGEM DEVEM SE ATUALIZAR NA. SALA DE AULA, a Todos concordamos que fundamental para a escola definir o que necess rio que o. aluno aprenda em cada momento da sua vida escolar sem o que fica muito dif cil para. n o dizer imposs vel planejar o trabalho pedag gico e desenvolv lo de modo a. contribuir para que o aluno aprenda o que precisa para tornar se proficiente. b Em um sistema de ensino como o p blico estadual por exemplo as expectativas. est o definidas em um mbito mais amplo que o da escola e cada escola deve tom las. como refer ncia, c Mas definir as expectativas por si s ou adotar as que j est o definidas n o.
suficiente para a organiza o e desenvolvimento do trabalho na escola necess rio mas. n o suficiente, d No desenvolvimento do trabalho educativo cotidiano preciso ajust las s. necessidades atuais imediatas dos alunos o que significa por um lado compreender o. que o aluno j sabe naquele momento espec fico sobre o objeto do conhecimento em. foco ou seja identificar seu conhecimento pr vio relativo ao aspecto selecionado e. por outro definir o que precisa aprender a respeito naquele momento espec fico para. tornar se proficiente, e Isso significa que ainda que tenhamos finalidades objetivos metas precisamos ajust. los inevitavelmente ao aluno que frequenta cotidianamente as salas de aula de nossas. escolas durante cada momento do processo de aprendizado. f E o que essa tarefa sup e, g Fundamentalmente sup e conhecer muito bem os aspectos envolvidos no processo de. ensino Mais especificamente sup e compreender os crit rios utilizados na defini o. das expectativas aqui apresentadas de sele o dos conte dos e de progress o dos. mesmos S assim poss vel adequar as expectativas propostas escola do nosso. cotidiano ajustando as s suas especificidades sem que isso signifique perder de foco a. profici ncia que deve ser constitu da pelos alunos. a esse processo de compreens o que dedicaremos nossa conversa a partir deste ponto. Q UE C RIT RIOS FORAM ADOTADOS NA DEFINI O DAS E XPECTATIVAS. C RIT RIOS DE S ELE O DOS C ONTE DOS, Os crit rios de sele o de conte dos adotados para a defini o das expectativas. relacionam se com a profici ncia leitora e escritora pretendida para o aluno as quais se. encontram apresentadas nos documentos de orienta o curricular elaborados pela. Secretaria Neles entende se que o dom nio da linguagem verbal condi o de cidadania. sendo portanto indispens vel forma o do aluno, Basicamente esse dom nio refere se a todos os conhecimentos que o aluno precisa ter para.
participar de maneira adequada e suficiente das diversas pr ticas de linguagem que se. realizam nas diferentes circunst ncias sociais de comunica o sejam elas orais ou escritas. A profici ncia pretendida envolve portanto a aprendizagem e o ensino de v rios. conhecimentos de linguagem verbal que se inter relacionam saber produzir um texto em. linguagem escrita saber comunicar se oralmente considerando a especificidade de cada. situa o comunicativa compreender o sistema de escrita saber grafar um texto elaborar um. texto com coer ncia identificar efeitos de sentido e valores veiculados nos textos lidos. utilizar recursos lingu sticos adequados s inten es de significa o que se tem redigir um. texto com corre o gramatical e ortogr fica entre outros aspectos. Evidentemente tais conte dos s o decorrentes da maneira como se compreende a. linguagem oral a linguagem escrita a escrita a leitura e as rela es entre elas. Fundamentalmente os conte dos s o selecionados por um lado em fun o daquilo que se. Lo que se considera como cultura escrita y la forma en que aprenden a leer los ni os son dos aspectos que se encuentran en el origen de la desigualdad en nuestra sociedad MEEK 2004 p 50 ANTES AS INTEN ES A inten o deste documento criar um espa o de reflex o a respeito dos aspectos que precisam ser considerados ao se tomar as expectativas definidas como um par metro

Related Books