AN LISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA POTENCIAL FMEA

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Primeira Edi o Brasileira publicada em Junho de 1997. A vers o em ingl s a vers o oficial e deveria ser usada para esclarecer qualquer d vida quanto. tradu o de qualquer parte deste manual,C pias da vers o em ingl s podem ser obtidas no. Automotive Industry Action Group AIAG 1 810 358 3003 U S A. Carwin Continuous Improvement 44 1 708 861 333 U K. C pias da vers o em portugu s podem ser obtidos no. IQA Instituto da Qualidade Automotiva 5511 575 6971 Brasil. O IQA agradece o co patroc nio da Ford Brasil Lda e da General Motors do Brasil Lda a esta. edi o dos manuais QS 9000 em portugu s,PREF CIO DA EDI O BRASILEIRA. O conjunto de requisitos e manuais de refer ncia do sistema da Qualidade QS 9000 foi desenvolvido para. harmonizar os sistemas da qualidade de montadoras terminais facilitando e simplificando a comunica o. com a base de fornecedores, Os requisitos de certifica o QS 9000 adoptam integralmente a norma lSO 9001 reconhecendo portanto. este sistema internacional Incorpora ainda interpreta es e adi es ISO essenciais para o planeamento. garantia e a melhoria cont nua da qualidade de produtos e processos da cadeia produtiva do sector. automotivo O sistema tamb m incorpora excelentes manuais de refer ncia sobre algumas disciplinas b sicas. da qualidade, A certifica o de fornecedores pode ser feita em conjunto com a Certifica o 150 O sistema reconhece os. Organismos de Credenciamento e os Organismos de Certifica o Credenciados existentes no pa s desde que. sancionados para essa finalidade, Reconhecendo o valor e o interesse pela edi o em portugu s dos manuais QS 9000 a Comiss o para.
Assuntos da Qualidade da ANFAVEA membros da comiss o se dedicaram com entusiasmo e compet ncia. a essa tarefa N o poder amos deixar de citar os seus nomes A eles nossos melhores agradecimentos. Agradecemos tamb m s suas empresas que emprestaram horas preciosas de seus melhores t cnicos para. viabilizar este trabalho,Participaram das tradu es. Airton Cardoso Haroldo S Hayashi Nelson T Hanesaka. Alberto A Pezeiro Ingo Pelikan Paulo M Falconi, Alexandre Raineri Joaquim C Fontenelle Paulo S Sampaio. Arlisom Meireles Jorge L A Corr a Regina Kawakami, Carlos M Rodrigues Jos C DeI R Nicolau Renato M Pisani. Carlos R Betiol Jos C T de Souza Ricardo A Brand o. Carlos R Soldi Luiz C Kis Ricardo C Oliveira,Claudio C Span Luiz C Martarello Roberto P Furlan. D rcio A Cabrera Luiz E Ayres Roberto P Furlan,Dimas T Chbane Luiz H Fascina Roberto W Lotz.
Edgard 1 Pezzo Manoel G Silva S rgio Pleszko,Edgardo Manriquez Marcelo Yajima S rgio R Sgarbi. Edival A Monteiro Marcio K Rara Toshilomo Shicho, Elcio O Darnico Marcos A Ferrari Vicente A Bartolo. Emerson Oisch Nelson de Freitas Vitor M G Vieira,Com o apoio das seguintes empresas. Caterpillar do Brasil S A General Motors do Brasil Ltda Toyota do Brasil S A. Cummins Brasil Ltda Iochpe Maxion S A Valmet do Brasil S A. Fiatallis Lat Americana Mercedes Benz do Brasil S A Volkswagem do Brasil S A. Ford Brasil Ltda New Holland L Americana Volvo do Brasil Ve culos Ltda. Os manuais est o sendo editados pelo IQA Instituto da Qualidade Automotiva Agradecemos aos t cnicos. do IQA pela coordena o dos trabalhos de edi o e pelo competente trabalho de interface feito junto ao. AIAG Automotive Industry Action Group para o sancionamento das tradu es. Finalmente agradecemos ao Task Force do sistema QS 9000 pela cess o do copyright para a ANFAVEA. e ao AIAG pelo trabalho de verifica o e correc o das tradu es e sancionamento dos manuais. Comiss o para Assuntos da Qualidade,N mero da p gina. INFORMA ES GERAIS 1,VIS O GERAL 1,HIST RICO 1,APRESENTA O DO MANUAL 1.
IMPLEMENTA O DA FMEA 1,FMEA DE PROJECTO 2,INTRODU O 3. DEFINI O DE CLIENTE 3,PREF CIO DA EDI O AMERICANA, Este manual de refer ncia foi desenvolvido pelo grupo de An lise de Modo e Efeitos de Falha da Chrysler. Ford e General Motors trabalhando sob o patroc nio da divis o Automotiva da Sociedade Americana para o. Controle de Qualidade ASQC American Society for Quality Control e o Grupo de Ac o da Ind stria. Automobil stica AIAG, A inten o da For a Tarefa da ASQC AIAS padronizar os manuais de refer ncia procedimentos. formul rios e nomenclatura t cnica utilizada pela Chrysler Ford e General Motors em seus respectivos. Sistemas da Qualidade para fornecedores Desta forma este manual e o formul rio aprovado e endossado. pela Chrysler Ford e General Motors deveria ser utilizado pelos fornecedores utilizando as t cnicas de. FMEA em seus processos de projecto e manufactura, No passado Chrysler Ford e General Motors tinham seus pr prios procedimentos e formas para garantir a. conformidade das FMEA s desenvolvidas por seus fornecedores As diferen as entre estes procedimentos e. formas resultaram em exig ncias adicionais aos recursos dos fornecedores Para melhorar essa situa o. Chrysler Ford e General Motors concordaram em desenvolver e atrav s da AIAS distribuir este manual O. grupo de trabalho respons vel por este manual foi coordenado por George Saumgartner da Ford Motor. Este manual prov directrizes gerais de como preparar uma FMEA N o s o dadas instru es. espec ficas de como trabalhar cada t pico da FMEA uma tarefa deixada a cada equipa de FMEA. N o inten o deste manual ser uma fonte de refer ncia pormenorizada ou material de treinamento. Apesar destas directrizes buscarem cobrir todas as situa es que ocorrem normalmente nas fases de. an lise de projecto ou processo h d vidas que poder o surgir Estas d vidas devem ser dirigidas. ao departamento respons vel pela Garantia da Qualidade de Fornecedores de seu cliente Em caso. de d vidas a qual departamento contactar o Departamento de Compras de seu cliente poder. A For a Tarefa agradece a lideran a e comprometimento dos Vice presidentes Thomas 7 Stallkamp. Chrysler Norman E Ehlers Ford e J Ignasio Lopez de Arriortua General Motors o apoio da AIAG no. desenvolvimento produ o e distribui o deste procedimento a lideran a de Russel Jacobs Chrysler Steve. Walsh Ford Dan Raid General Motors e Rad Smith e o apoio do grupo de leitura da divis o automotiva. da ASQC Este grupo coordenado por Tripp Martin Peterson Spring revisou o manual quanto a seu. conte do t cnico e exactid o fazendo valiosas contribui es forma e conte do Como este manual foi. desenvolvido de forma a atender necessidades espec ficas da ind stria automobil stica o procedimento. volunt rio de normaliza o definido pela pol tica e procedimentos da ASQC n o foi utilizado em seu. desenvolvimento,INFORMA ES GERAIS, Vis o Geral Este manual apresenta a An lise de Modo e Efeito de Falha.
Potencial FMEA e d directrizes gerais para a aplica o da. t cnica Uma FMEA pode ser descrita como um grupo de. actividades sist micas com o objectivo de 1 reconhecer e avaliar. a talha potencial de um produto processo e seus efeitos 2. identificar ac es que podem eliminar ou reduzir a hip tese do. modo de falha potencial vir a ocorrer 3 documentar o processo. de an lise A FMEA complementar ao processo de, desenvolvimento de projecto e faz com que o mesmo contenha os. requisitos que satisfa am plenamente as necessidades dos clientes. Hist rico Apesar de sempre terem sido realizadas an lises semelhantes a. FMEA nos projectos e processos de manufactura a primeira. aplica o formal da FMEA foi uma inova o da ind stria. aeroespacial em meados dos anos 60, Apresenta o do Manual Para facilidade de uso este manual de refer ncia cont m uma. apresenta o das instru es de execu o da FMEA dividida em. duas sec es distintas projecto e processo Entretanto estando as. duas sec es num mesmo manual facilita se a compara o das. t cnicas utilizadas para desenvolver os diferentes tipos de. FMEA5 de forma a demonstrar mais claramente a sua aplica o e. inter rela o apropriadas, Implementa o da FMEA Devido ao compromisso de uma empresa em melhorar. continuamente seus produtos importante o uso da FMEA como. uma t cnica disciplinada para identificar e ajudar a eliminar. problemas potenciais Estudos de campanhas de campo em. ve culos mostram que um programa de FMEA totalmente. implementado poderia ter prevenido que muitas destas. acontecessem, Embora seja necess rio que a responsabilidade pela execu o da. FMEA seja delegada a um indiv duo a FMEA deveria ser. resultado de um trabalho em equipa Deveria ser montada uma. equipa de especialistas com experi ncia no tema a ser analisado. por exemplo engenheiros especialistas em projecto manufactura. montagem assist ncia t cnica qualidade e confiabilidade. Um dos factores mais importantes para a implementa o com. sucesso de um programa de FMEA o momento oportuno de sua. execu o A FMFA deve ser uma ac o antes do evento e n o. um exerc cio ap s o facto Para obter melhores resultados a. FMEA deve ser feita antes de um modo de falha de projecto ou. processo ter sido incorporado ao produto sem ter sido percebido. O tempo gasto no in cio do projecto na realiza o correcta de uma. FMEA quando altera es de processo projecto podem ser. implementadas mais facilmente e com menores custos ir aliviar. as crises provocadas por altera es tardias Uma FMEA pode. reduzir ou eliminar a hip tese de implementar urna altera o que. poderia criar um problema ainda maior Correctamente aplicada. um processo interactivo que nunca se acaba,FMEA DE PROJECTO.
AN LISE DE MODO E EFEITOS DE FALHA,FMEA DE PROJECTO. MANUAL DE REFER NCIA,FMEA DE PROJECTO, Uma FMEA de projecto uma t cnica anal tica utilizada pelo. Engenheiro Equipa Respons vel pelo projecto com a finalidade de. assegurar que na extens o poss vel os modos de falha potenciais e. suas causas mecanismos associados foram considerados e. endere ados Deveriam ser avaliados os produtos finais subsistemas. componentes e sistemas relacionados Em uma forma mais precisa. uma FMEA um resumo dos pensamentos da equipa de como um. componente subsistema ou sistema projectado incluindo uma. an lise dos itens que poderiam falhar baseados na experi ncia e nos. problemas passados Esta abordagem sistem tica acompanha. formaliza e documenta a linha de pensamento que normalmente. percorrida durante o desenvolvimento de um projecto. A FMEA de projecto d suporte ao desenvolvimento do projecto. reduzindo os riscos de falhas por, o Auxiliar na avalia o objectiva dos requisitos do projecto e das. solu es alternativas, o Considerar os requisitos de manufactura e montagem no projecto. o Aumentar a probabilidade de que os modos de falha potenciais e. seus efeitos nos sistemas e na opera o do ve culo tenham sido. considerados no processo de desenvolvimento projecto. o Proporcionar informa es adicionais para ajudar no planeamento. de programas de desenvolvimento e de ensaios de projecto. eficientes e completos, o Desenvolver uma lista de modos de falhas potenciais classificadas.
de acordo com os seus efeitos no cliente estabelecendo assim um. sistema de prioriza o para melhorias do projecto e ensaios de. desenvolvimento, o Proporcionar uma forma de documenta o aberta para. recomendar e rastrear ac es de redu o de risco, o Proporcionar refer ncias para no futuro ajudar na an lise de. problemas de campo na avalia o de altera es de projecto e no. desenvolvimento de projectos avan ados, Defini o de Cliente A defini o de CLIENTE para uma FMEA de projecto n o. apenas o USU RIO FINAL mas tamb m os engenheiros equipas. respons veis pelo projecto de montagens de n veis superiores ou do. produto final e ou os engenheiros respons veis pelo processo de. manufactura em actividades como Manufactura Montagem e. Assist ncia T cnica, Um programa de FMEA totalmente implementado requer uma. FMEA de projecto para todas as pe as sistemas novos modificados. e existentes que ser o utilizados em novas aplica es ou ambientes. iniciada por um engenheiro da rea actividade respons vel pelo. projecto que pode ser um fornecedor se este for o projectista da. pe a sistema em an lise,FMEA DE PROJECTO,INTRODU O Continua o.
Equipa de Trabalho No in cio do desenvolvimento da FMEA de projecto o engenheiro. respons vel deve envolver directa e activamente representantes de todas. as reas envolvidas Estas reas deveriam incluir mas n o limitar se a. montagem manufactura materiais qualidade assist ncia t cnica e. fornecedores assim como a rea respons vel pelo projecto da pr xima. montagem A FMEA deveria ser um catalisador para estimular a troca de. ideias entre os departamentos envolvidos e assim promover uma. abordagem de equipa Al m disso para quaisquer itens projectadas por. fornecedores Internos e externos o engenheiro respons vel pelo. projecto coordenador t cnico deveria ser consultado. A FMEA de projecto um documento din mico que deveria ser iniciado. antes ou na finaliza o do conceito do projecto e ser continuamente. actualizada de acordo com as altera es ocorridas ou as informa es. adicionais obtidas durante as fases de desenvolvimento do produto e. deve estar conclu da quando da finaliza o do desenho e libera o para. ferramentaria, Considerando que as necessidades da manufactura montagem foram. incorporadas a FMEA de projecto enfoca o objectivo do projecto e. assume que o projecto ser manufacturado montado para este fim. Modos de falhas potenciais e ou causas mecanismos de falha que podem. ocorrer durante a manufactura ou montagem n o precisam mas podem. ser inclu dos na FMEA de projecto quando sua identifica o efeitos e. meios de controlo s o cobertos pela FMEA de processo. MANUAL DE REFER NCIA O conte do deste documento tecnicamente equivalente ao SAE J 1739 A An lise de Modo e Efeitos de Falha Potencial FMEA deveria ser usada por fornecedores de empresas que adoptam a norma QS 9000 Outras Ref as IEC 812 Analysis Techniques System Reliability Procedure for Failure Mode and Effects Analysis FMEA IEC 1025 Fault True Analysis C ndido Moura

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