10 12 2007

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FORMUL RIO DE MATEM TICA,An lise Combinat ria,Pn n 1 2 n An r Cn r. Probabilidade,n mero de resultados favor veis a A P A B. P A P A B P A B P A P B P A B,n mero de resultados poss veis P B. Progress es aritm ticas,an a1 n 1 r Sn,Progress es geom tricas. a1 q n 1 a1,an a1 q n 1 Sn q 1 S 0 q 1,Logar tmo na base b.
logb x y logb x logb y logb logb x logb y logb xa a logb x. Rela es trigonom tricas,sen2 cos2 1 1 tan2 sec2 1 cotan2 cosec2. ngulo 30o 45o 60o, Equa o da circunfer ncia rea do c culo Volume do cilindro. x x0 2 y y0 2 r2 A r2 V Ab h,Equa o da el pse Volume da esfera. x x0 2 y y0 2 Volume do prisma 4 3,1 V Ab h V r,rea do tri ngulo por tr s pontos. A det a2 b2 1, O gabarito o cial provis rio estar dispon vel no endere o eletr nico.
www cops uel br a partir das 20 h do dia 10 12 2007. 1 Leia o texto a seguir, Com a boa sorte do Povo de Atenas Que os legisladores resolvam se algu m se rebelar contra o Povo. visando implantar a Tirania ou junta se a conspiradores ou se algu m atenta contra o povo de Atenas ou. contra a Democracia em Atenas se algu m cometeu algum destes crimes quem o matar estar livre de. processo Se algu m quando o Povo ou a Democracia em Atenas tiver sido deposto dirigir se ao. Are pago reunindo se em conselho deliberando sobre qualquer assunto perder sua cidadania pessoal. mente e seus descendentes seus bens con scados cabendo Deusa o d zimo. Lei Ateniense contra a Tirania 337 6 a C Estela de m rmore com um relevo representando a Democracia ao coroar o Povo de Ate. nas In HARDING 1985 p 127 Apud FUNARI P P A Antig idade Cl ssica A hist ria e a cultura a partir dos documentos Campinas. Editora da Unicamp 2003 2 ed p 90, A lei Ateniense contra a tirania de 337 6 a C insere se na passagem da cidade independente para o estado. imperial helen stico,Neste contexto analise as a rma es a seguir. I As p leis gregas encontraram se no decorrer do s culo IV a C crescentemente marcadas pelas disputas. internas e externas, II Esse documento retrata os con itos em Atenas uma vez que sua leitura evidencia a necessidade de. instrumentos legais para a defesa interna da democracia. III As p leis gregas encontravam se em um momento de paz no decorrer do s culo IV a C sem que houvesse. o risco de atentados contra a democracia, IV Em um momento em que as cidades gregas perdiam sua autonomia procurava se preservar as rela es.
de poder no interior da polis, Assinale a alternativa que cont m todas as a rmativas corretas. c II e III,d I II e IV,e II III e IV, 2 Os animais da It lia possuem cada um sua toca seu abrigo seu ref gio No entanto os homens que com. batem e morrem pela It lia est o merc do ar e da luz e nada mais sem lar sem casa erram com suas. mulheres e crian as Os generais mentem aos soldados quando na hora do combate os exortam a defender. contra o inimigo suas tumbas e seus lugares de culto pois nenhum destes romanos possui nem altar de. fam lia nem sepultura de ancestral para o luxo e enriquecimento de outrem que combatem e morrem tais. pretensos senhores do mundo que n o possuem sequer um torr o de terra. Plutarco Tib rio Graco IX 4 In PINSKY J 100 Textos de Hist ria Antiga S o Paulo Contexto 1991 p 20. Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema pode se a rmar que a Lei da Reforma Agr ria na Roma. a proposta pelos irm os Graco Tib rio e Caio era uma tentativa de ganhar apoio popular para uma nova elei o de. Tribunos da Plebe pois pretendiam reeleger se para aqueles cargos. b proposta por Tib rio Graco tinha como verdadeiro objetivo bene ciar os patr cios ocupantes das terras p blicas que. haviam sido conquistadas com a expans o do Imp rio. c tinha o objetivo de criar uma guerra civil visto que seria a nica forma de colocar os plebeus numa situa o de. igualdade com os patr cios grandes latifundi rios, d era vista pelos generais do ex rcito romano como uma possibilidade de enriquecer apropriando se das terras con. quistadas e por isto tinham um acordo rmado com Tib rio. e foi proposta pelos irm os Graco que viam na distribui o de terras uma forma de superar a crise provocada pelas. conquistas do per odo republicano satisfazendo as necessidades de uma plebe numerosa e empobrecida. 3 Aqui em baixo uns rezam outros combatem e outros ainda trabalham. DE LAON Adalber o Carmen ad Rodbertum Regem In DUBY G As tres ordens o imagin rio do feudalismo Lisboa Editora Estampa. Esse preceito apresentado inicialmente pelo bispo Adalber o no s culo XI em parte re ete as fun es atividades. mais caracter sticas do per odo medieval em parte tem fun o ideol gica pois esse ordenamento pretendia for. talecer a divis o e a hierarquia,Ainda sobre a sociedade medieval correto a rmar. a A divis o acima mencionada re ete uma sociedade na qual a religiosidade se imp e nas v rias esferas da vida em. que o bra o armado tende a impor seu poder sobre os desarmados em que a economia se fundamenta no trabalho. b De nida a sociedade entre religiosos guerreiros e camponeses a partir do Tratado de Verdum as atividades n o. permitidas pela Igreja foram perseguidas pelos tribunais inquisitoriais. c Diante da limita o das fun es s tr s ordens e persegui o aos comerciantes promovida pelas monarquias nascentes. a atividade comercial declinou situa o essa que se reverteu no s culo XVI no contexto do Renascimento Comercial. d O poder eclesi stico se impunha a partir do momento do batismo quando era de nido o destino de cada crian a de. acordo com as necessidades fundadas na sociedade de ordens. e A divis o apresentada caracter stica do per odo entre os s culos XI e XIII revela a estagna o econ mica da so. ciedade o que explica a crise agr cola e o recuo demogr co. 4 Sobre a religiosidade medieval correto a rmar, a Com o m do Imp rio Romano o Cristianismo at ent o perseguido difundiu se pela Europa sendo seus adeptos.
liberados dos impostos pagos pelos id latras, b A pr tica da bruxaria ent o disseminada nos meios clericais provocou a rea o dos crentes e a Revolu o Protes. tante levando renova o da experi ncia crist, c O ate smo foi combatido duramente pela inquisi o tendo como conseq ncia o desaparecimento dos descrentes. at o s culo XVIII, d A experi ncia da reclus o foi bastante caracter stica na vida religiosa do per odo medieval sobressaindo se a ordem. beneditina fundada sobre o princ pio da vida dedicada ora o e ao trabalho. e A ativa participa o dos leigos na institui o eclesi stica assim como uma tend ncia ao enfraquecimento da hierar. quia dessa podem ser apontadas como caracter sticas do per odo. 5 Observe a imagem a seguir, Detalhe da Tape aria de Bayeux c 1066 1077 Disponivel em www ricardocosta com textos bayeux1 htm Acesso em 24 out 2007. Com base na imagem considere as a rmativas a seguir. I A cultura medieval caracterizou se pela aus ncia de uma express o art stica pr pria o que redundou na. retomada dos elementos da cultura cl ssica no Renascimento. II A exemplo da Tape aria de Bayeux manta encomendada para cobrir o corpo de Carlos Magno a express o. cultural dos homens do per odo medieval era fundada na confec o de objetos menores f ceis de trans. III O bordado conservado um exemplar de express o cultural n o voltado para a liturgia ou culto crist o o. que n o era comum pois grande parte da arte que se conservou est relacionada religiosidade. IV A tape aria apresenta um relato da invas o normanda na Inglaterra e traz caracter sticas da arte do per odo. como a simplicidade das formas e economia de elementos. A partir da imagem dada e dos conhecimentos sobre o tema assinale a alternativa que cont m todas as a rma. tivas corretas,b III e IV,c II e III,d I II e III,e I II e IV.
6 Diderot aprendera que n o bastava o conhecimento da ci ncia para mudar o mundo mas que era. necess rio aprofundar o estudo da sociedade e principalmente da hist ria Tinha consci ncia por outro. lado que estava trabalhando para o futuro e que as id ias que lan ava acabariam fruti cando. FONTANA J Introdu o ao estudo da Hist ria Geral Bauru SP EDUSC 2000 p 331. Com base no texto correto a rmar, a As contribui es das ci ncias naturais s o su cientes para melhorar o conv vio humano e social. b Id ias n o passam de projetos que enquanto n o s o concretizadas em nada contribuem para o progresso humano. c Diderot considerava importante o conhecimento das ci ncias humanas para o aprimoramento da sociedade. d Para o autor os historiadores recorrem ao passado enquanto os l sofos questionam a pr pria exist ncia da so. e A ci ncia e o progresso material s o su cientes para conduzir felicidade humana. 7 A imprensa torna se o mecanismo de divulga o das id ias e por meio da publica o de livros constr i um. clima de liberdade para o debate As publica es envolvem tanto as obras novas como as antigas e abrem. espa o para o aumento das tradu es que v o requerer um conhecimento n o s do latim mas tamb m do. grego e do hebraico As publica es nas l nguas locais se ampliam facilitando o acesso informa o A. ci ncia se seculariza, RODRIGUES A E FALCON F A forma o do mundo moderno Rio de Janeiro Elsevier 2006. Com base no texto correto a rmar, a Uma vez registrada e p blica a cultura escrita dominou toda a Europa medieval. b O latim era a linguagem da cultura crist o grego da cl ssica e o hebraico da b blica. c A imprensa foi fundamental para o dom nio crist o empreendido al m mar. d A informa o excessiva cindiu a cultura moderna em v rios sistemas de pensamento. e A divulga o dos saberes foi incrementada e acelerada mediante a publica o de livros. 8 Ali s o governo embora seja heredit rio numa fam lia e colocado nas m os de um s n o um bem. particular mas um bem p blico que consequentemente nunca pode ser tirado das m os do povo a quem. pertence exclusiva e essencialmente e como plena propriedade N o o Estado que pertence ao Pr ncipe. o Pr ncipe que pertence ao Estado Mas governar o Estado porque foi escolhido para isto e se comprome. teu com os povos a administrar os seus neg cios e estes por seu lado comprometeram se a obedec lo de. acordo com as leis, DIDEROT D 1717 1784 Verbetes pol ticos da Enciclop dia S o Paulo Discurso 2006. Com base no texto correto a rmar, a Mesmo em monarquias absolutas o soberano respons vel pelos seus s ditos.
b Ao Pr ncipe s o concedidos todos os poderes inclusive contra o povo de seu reino. c O governante ungido pelo povo podendo agir como bem lhe convier. d O povo governa mediante representante eleito por sufr gio universal. e Pr ncipes junto com o povo administram em prol do bem comum. 9 A Revolu o Francesa representou uma ruptura da ordem pol tica o Antigo Regime e sua proposta social. desencadeou, a a concentra o do poder nas m os da burguesia que passou a zelar pelo bem estar das novas ordens sociais. b a forma o de uma sociedade fundada nas concep es de direitos dos homens segundo as quais todos nascem. iguais e sem distin o perante a lei, c a forma o de uma sociedade igualit ria regida pelas comunas organizadas a partir do campo e das periferias. d convuls es sociais que culminaram com as guerras napole nicas e com a conquista das Am ricas. e o surgimento da soberania popular com elei o de representantes de todos segmentos sociais. 10 Analise o mapa a seguir, BOXER C R O Imp rio mar timo portugu s S o Paulo Companhia das Letras 2002 p 70 71. Este mapa indica a fase da expans o europ ia referente. a coloniza o do Brasil e ao com rcio triangular, b aos dom nios coloniais ib ricos e suas possess es al m mar. c expans o lusa denominada Carreira das ndias,d ao com rcio triangular do Atl ntico Norte.
e ao auge do com rcio desencadeado pelo tr co negreiro. 11 As interpreta es predominantes a rmam que a escravid o nos Estados Unidos da Am rica foi abolida devido. ao fato de que, I O sistema escravista era incompat vel com o funcionamento da Rep blica que pela Constitui o de 1776. previa igualdade plena de direitos popula o, II Existia uma rivalidade entre o Norte industrializado e o Sul agr cola que desencadeou uma guerra na qual. o resultado nal foi favor vel ao Norte, III A escravid o limitava o crescimento do mercado interno ao diminuir a renda dos trabalhadores. IV Por ser o ltimo pa s a permiti la os EUA estavam submetidos a fortes press es inclusive dos l deres. religiosos que amea aram excomungar os propriet rios de escravos. Assinale a alternativa que cont m todas as a rmativas corretas. b II e III,c III e IV,d I II e IV,e I III e IV,12 Leia o texto a seguir. Aqueles que deixaram a Espanha para converter os ndios viram se incumbidos de uma miss o de espe. cial import ncia no esquema divino da hist ria pois a convers o do Novo Mundo era um prel dio necess rio. para seu t rmino e para a segunda vinda de Cristo Acreditavam tamb m que entre esses povos inocentes da. Am rica ainda n o contaminados pelos v cios da Europa poderiam construir uma Igreja que se aproximasse. da de Cristo e os primeiros ap stolos Os primeiros est gios da miss o americana com o batismo em massa. de centenas de milhares de ndios pareciam garantir o triunfo desse movimento em prol de um retorno ao. cristianismo primitivo que havia t o repetidamente sido frustrado na Europa No entanto embora o ndice. de convers o fosse espetacular sua qualidade deixava muito a desejar Havia sinais alarmantes de que os. ndios que haviam adotado a f com aparente entusiasmo ainda veneravam seus velhos dolos em segredo. Os mission rios tamb m se chocaram contra muralhas de resist ncia nos pontos em que suas tentativas de. incutir os ensinamentos morais do cristianismo con itavam com padr es de comportamento estabelecidos. CONCURSO VESTIBULAR 2008 10 12 2007 INSTRU ES Coordenadoria de Processos Seletivos Confira abaixo seu nome e n mero de inscri o Aten o Assine no local indicado Verifique se os dados impressos no Cart o Resposta correspondem aos seus Caso haja alguma irregularidade comunique a imediatamente ao Fiscal N o ser o permitidos empr stimos de materiais consultas e comunica o

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